Nutricionista é parceiro e não carrasco!

Frequentemente recebemos perguntas do tipo “Posso comer isso?”, “Por que não posso comer aquilo?”, “Estou proibida de comer…?”, “Quando poderei sair da dieta?”, “Não há um dia do lixo?”, “Por quanto tempo tenho que fazer essa dieta?”, etc…

Apesar de comum, sinceramente não consigo achar esse tipo de questionamento normal, a começar pelo “dia do lixo” ou “dia livre”. Primeiro que ninguém come (ou pelo menos não deveria comer) LIXO! Comida é comida e mesmo produtos industrializados nada saudáveis, não deveriam ser chamados de lixo… ok, não podem de forma alguma serem chamados de comida, mas comer lixo é algo muito triste, que infelizmente em pleno século XXI algumas pessoas ainda fazem pra sobreviver:

Comida no lixo
Imagem da internet

Então, por favor… não deseje ter um “dia do lixo”! Seja grato (a) por tudo o que há em sua mesa! Aproveite a oportunidade para pensar sobre desperdício e sobre racionalizar a compra de alimentos/produtos alimentícios…

Mas se você deseja desesperadamente “sair da dieta” ou “comer livremente”, tá na hora de parar, pensar e ser honesto (a) consigo mesmo (a). Se há necessidade de “sair” é por que não está bom do jeito que está. E por que não está bom? Talvez porque exista um desejo um tanto irreal de plantar maçãs e colher amoras… quer dizer, de comer livremente produtos pouco saudáveis e ainda assim manter a saúde e não engordar… Talvez porque a comida esteja sendo usada como válvula de escape para aliviar o estresse ou os descontentamentos do dia a dia ou esteja sendo usada como “prêmio”…

Infelizmente terei de bancar a chata e dizer que não é possível ter tudo o que queremos e do jeito que queremos. Não estou dizendo que “dieta” seja sinônimo de sofrimento e privação, porque também não é isso! Muito pelo contrario! Mas acredito que durante décadas as pessoas se acostumaram a “fechar a boca” e “passar fome” para perder peso rapidamente e em seguida, tomam o caminho oposto de “comer tudo livremente”, recuperando todo o peso perdido e ganhando outros tantos, de brinde… Aliás, muita gente só procura o Nutricionista quando não sabe mais o que fazer, ou quando estão “desesperados” ou quando fazem tudo o que já sabem e não conseguem mais emagrecer. Há ainda quem acredite que Nutricionista só atende e só cuida de pessoas acima do peso. Isso é o resultado de conceitos um tanto distorcidos sobre o que é dieta, sobre as funções do Nutricionista e sobre o que é alimentação saudável…

De um modo geral, todo mundo tem noção de que comer frutas, legumes e verduras é saudável e que comer doces e tomar refrigerante não é. Mas ainda assim, há grande resistência e dificuldade em agir de acordo com o que se sabe ser melhor, e os motivos são vários…

Outra questão importante é a ilusão com as informações destacadas em rótulos de produtos industrializados e em propagandas na TV/jornais/revistas/internet. Essas propagandas nos levam a crer que comer um biscoito “integral, rico em fibras e enriquecido com vitaminas e minerais”, por exemplo, é mais saudável que comer uma fruta. Não importa que as frutas tenham naturalmente muito mais fibras, vitaminas e minerais… vale o que está no rótulo. Será? Eu, provavelmente contrariando muitos especialistas em marketing, acredito que o que é bom, nem precisaria de propaganda ou de rótulo, mas nossa sociedade, de um modo geral, parece necessitar de algo por escrito. Talvez por isso, uma empresa que venda bananas tenha apelado e colocado rótulo em seu produto…

bananalightweb
Foto da internet

Ok, se o produto é orgânico e tem certificação, tem q vir escrito mesmo. Mas péra… banana light? Pra que isso, minha gente? Será que é porque ta cheio de gente com medo de comer banana, já que andam “proibindo” frutas nas dietas de emagrecimento? Vai saber…

Enfim, voltando ao início da conversa… o papel do Nutricionista não é proibir, não é bancar o carrasco e brigar ou penalizar o “paciente rebelde”. Isso JAMAIS!!! Estamos aqui pra dar a mão, pra ajudar com escolhas mais saudáveis, mais condizentes com os resultados desejados e com as necessidades de saúde de cada um. Também estamos aqui pra respeitar o livre arbítrio, porque sim, as pessoas tem o direito de escolher não cuidar da própria saúde, por mais que isso nos doa e nos preocupe. Não podemos impor um tratamento a quem não quer se tratar ou a quem diz que quer mas age como se não quisesse.

Mas para quem quer uma orientação, nós podemos indicar o caminho e ajudar a traçar o roteiro da “viagem”. Por exemplo, se a pessoa está no RJ e precisa chegar em SP, há diversas formas de chegar… pode ir de carro (dirigindo ou de carona), pode ir de ônibus, de avião ou mesmo de bicicleta ou pé (vai demorar, vai se cansar, mas uma hora chega lá). Pode parar no meio do caminho pra descansar, pode pedir ajuda e informação, etc. Mas se essa mesma pessoa, compra uma passagem pra Bahia… ela não chega a SP (pode até ser que chegue, mas demorando mais tempo, se estressando mais e gastando mais dinheiro, sem necessidade).

E o que isso tem a ver com alimentação e com Nutricionistas? Ficou doida?

Bom… se você quer perder peso, por exemplo, existem diversos meios de conseguir (você seguir uma abordagem em que precise comer menores porções, porem mais vezes ao dia, pode intercalar pequenos momentos de jejum, comendo só quando tem fome, pode fazer uma porção de coisas, de preferência devidamente orientadas por um Nutricionista que vai avaliar caso a caso e indicar as opções mais viáveis e mais adequadas a cada individuo)… mas não será indo na direção oposta (por exemplo, “passando fome a semana toda” pra ter “dia do lixo” nos fins de semana, e comer enlouquecidamente como “se não houvesse amanhã”, que isso será possível…

Ainda vale lembrar que é possível comer de tudo e ainda sim ser saudável. Mas quando falo “comer de tudo”, to me referindo a “comida de verdade” e não a produtos alimentícios cheios de aditivos e componentes de nomes estranhos que tentam enganar seu corpo, até porque, nosso corpo, sabiamente, não se deixa enganar! Aproveito aqui pra sugerir a leitura de 2 livros que tem tudo a ver com o que estou falando: “Em Defesa da Comida”, do jornalista Michael Pollan e “Sal, açúcar e Gordura”, de Michael Moss

E como eu ia dizendo, dá pra ser saudável e ainda assim, comer 1 fatia de bolo de chocolate no lanche de domingo. O que não dá é passar a semana inteira só comendo alface e na sexta a noite partir pra um rodízio de massas e comer de tudo o que for servido. Ou chegar na festinha de sábado e comer todos os salgadinhos, docinhos, bolo (com muito açúcar e cheio de gordura hidrogenada na cobertura) e se encher de refrigerante/cerveja… faz algum sentido viver assim? Alternar privação com excesso? Pra mim, sinceramente não faz…

equilíbrio é muito mais sensato e benéfico. Exagerou na macarronada do almoço de domingo? Pega leve no jantar e na segunda. Mas sem sofrimento e sem culpa, porém com responsabilidade sobre as próprias escolhas.

E não, não vamos brigar… eu pelo menos não brigo com meus pacientes (nem ponho de castigo… rsrsrsrsrs)… primeiro porque, como falei, não é essa a minha função. E segundo porque quando fazemos algo que não é benéfico para nós, nosso próprio corpo se encarrega de dizer que aquilo não foi ou não está sendo legal… basta aprendermos a ouvi-lo.

Dieta sem lactose ajuda a emagrecer?

Depende!
Primeiro é importante analisar o que se entende por “sem lactose”, ou melhor dizendo, “o que cada um entende por sem lactose”…

1) A grande maioria dos produtos “sem” ou “zero” lactose disponíveis no mercado na verdade recebe adição da enzima lactase, que quebra a lactose em 2 açúcares menores: a glicose e a galactose. Ou seja, continuam sendo laticínios, porém com uma das etapas da digestão,  antecipada. Só isso.

Lactose e lactase
Mas muita gente entende que se é sem lactose é porque é sem leite…. Mas não é

zero lactose
2) Nos últimos anos a lactose tem sido muito mal vista e tem sido excluída da alimentação de muita gente. Dieta sem lactose virou sinônimo de dieta saudável. Mas será q realmente é?
Novamente a resposta é. .. Depende!

Realmente existe uma tendência (regulada geneticamente) da produção da enzima lactase diminuir ano apos ano, a partir do momento do desmame e muitas pessoas não se dão conta disso porque não apresentam episódios frequentes de diarreia, por exemplo. Mas podem apresenta e gases e distensão abdominal. Aí obviamente, ao trocar a versão comum dos laticínios pelos zero lactose, haverá uma diminuição de circunferência abdominal e melhora do desconforto. Algumas pessoas até relatam que “perderam a barriga”. Mas efetivamente não houve emagrecimento.
Mas esse efeito provoca uma sensação de bem estar e muitas pessoas acabam acreditando que emagreceram. E aí começa o risco do exagero…

Geralmente o que seduz nesse tipo de produto, é a palavrinha mágica “ZERO”. Lá no nosso inconsciente, o “zero” soa como algo que é permitido, que é de livre consumo e que não trará nenhum prejuízo, pois durante muitos anos fomos bombardeados com as propagandas dos produtos “zero açúcar” e “zero gordura”. Nesse pensamento, se açúcar e gordura são coisas “ruins”, logo, se um produto contém “zero do que é ruim”, necessariamente ele será bom! Só que não…

E os “zero lactose”, produtos que foram criados para atender a uma demanda específica da população: pessoas com algum grau de intolerância a este carboidrato, mas que não necessariamente estejam precisando de perder peso, ou restringir calorias.

Também é importante lembrar que os laticínios, apesar de nutritivos, constituem muito mais um hábito de consumo do que uma necessidade, pois é possível obter os mesmos nutrientes por outras fontes alimentares. Durante milhões de anos o único leite que serem humanos tomavam era o leite materno. Somente depois do advento da agricultura e da domesticação dos animais é que os laticínios como os queijos, manteiga e leites fermentados começaram a ser consumidos pelos humanos.

Mas vamos analisar aqui: pra serve, verdadeiramente o leite? Para nutrir, hidratar e proteger os filhotes e faze-los crescer depressa. Para isso, cada espécie produz um leite de acordo com as necessidades de seus filhotes.
A espécie humana é a única que consome leite de outras espécies e exatamente por isso muitos bebês desenvolvem alergia a este alimento. São proteínas estranhas entrando em contato com um trato digestivo ainda imaturo, muitas vezes incapaz de distinguir o que é comida do que não é, pois os milênios de evolução, “ensinaram” que o único leite que é “comida” é o leite materno.

Fora isso vem a questão seguinte: para fazer o filhote crescer depressa, o leite precisa ativar fatores de crescimento como o hormônio insulina e o fator de crescimento semelhante a insulina (IGF1), para estimular a síntese proteica, a absorção de glicose e a produção de gordura e energia. Isso num filhote/bebê é excelente! Significa que o leite está cumprindo sua função. Isso em adultos que estão pretendendo aumentar a massa muscular, é excelente e em pessoas desnutridas ou que necessitam acelerar a cicatrização de uma ferida ou cirurgia, é perfeito!
Mas pensando em pessoas que estão acima do peso, que possuem hiperinsulinemia, resistência insulínica (vide meu post sobre SOP) e pré diabetes ou mesmo diabetes tipo II, é um péssimo negócio! Se leite (a tudo que o contém) aumenta insulina e se há necessidade de baixa-la, temos aí um “conflito metabólico”!

Significa que essas pessoas não podem tomar leite nunca? Claro que não. Mas o problema é a empolgação com os zero lactose e falsa impressão de que podem ser consumidos livremente….
Por isso a orientação de um Nutricionista é fundamental! Para que as quantidades e a frequência sejam ajustadas, para que outras opções sejam disponibilizadas e para que a alimentação cumpra seu papel como agente de nutrição e de promoção da saúde!
Ah! E nem falei da relação das proteínas lacteas com a doença celíaca e as outras doenças autoimunes. Mas fica pra um próximo post!

Não consigo emagrecer!!!

Quantas pessoas já não se viram e estão se vendo nesta situação? Quantas dietas já não foram tentadas? Quantas novidades apresentadas pela mídia, na forma de dietas, “superalimentos”, termogênicos, exercicios, etc, que despertaram grande interesse, mas que se mostraram ineficazes?

Muitas pessoas associam emagrecimento a “fechar a boca” e “se matar na academia“, como se a perda de peso dependesse apenas de um cálculo matemático. Muitos recorrem aos produtos ao consumo de produtos “diet“, “light” ou “zero“, numa tentativa de enganar o próprio corpo com consistencias e sabores que não correspondem exatamente ao que foi ingerido. Outras pessoas aderem à dieta do momento ou pulam refeições, fazem exercicios em jejum, cortam glúten, lactose, gordura, mas raramente obtem sucesso em relação a perda de peso. E quando conseguem perder, acabam por recuperar o peso e ainda engordam mais um tanto.

E por que isso acontece? As causas podem ser muitas e variam de pessoa pra pessoa.

Há os que sofrem de compulsão alimentar associada a ansiedade, há os que sentem muita fome porque estão se alimentando da maneira errada, há os que já se privaram tanto de comida, que o corpo tenta se proteger dificultando a perda de gordura, há os que estão constantemente submetidos ao estresse, etc…

E o que fazer?

As abordagens são muitas. Orientações nutricionais e planejamentos alimentares individuais (elaborados por um profissional devidamente capacitado para isso) são importantíssimos e necessários, mas a participação em grupos de pessoas com perfil semelhante, pode ajudar muito àqueles que estão encontrando dificuldades na perda de peso.

E foi pensando nisso (e também nas pessoas que apenas estão buscando se alimentar melhor para ter mais qualidade de vida) que eu resolvi , além das consultas individuais, iniciar um trabalho com grupos, no consultório da Freguesia/Jacarepaguá (Rio de Janeiro/RJ).

juliana_crucinsky

A ideia é que cada participante se sinta acolhido, se sinta menos sozinho e mais apoiado pelo próprio grupo. Durante nossas reuniões, conversaremos sobre temas importantes para uma alimentação saudável e para a perda de peso, já que durante as consultas, o tempo para abordar todos esses assuntos é pequeno e algumas duvidas acabam surgindo no dia a dia. Também haverá espaço para que todos tirem suas dúvidas. E o objetivo final é que todos saiam mais fortalecidos e sentindo-se mais capazes de fazer escolhas alimentares mais racionais e saudáveis.

Começaremos com grupos pequenos de 5 a 6 pessoas, para que todos possam interagir e as reuniões sejam mais dinâmicas. Além disso, a participação no grupo é independente das consultas individuais, ou seja, não é necessário já ser um paciente para participar do grupo.

A primeira edição começará já em fevereiro e as pré-inscrições  já estão sendo feitas, através dos seguintes canais:

Email: jujucrucinsky@gmail.com

Tel: (21) 98820-7773 (das 10 as 20h)

FB (atraves de mensagem): www.facebook.com/NutricionistaJulianaCrucinsky/

 

Dieta ajuda a perder peso, mas será que ajuda a emagrecer?

Pode parecer um absurdo essa questão que levantei, mas fazer dieta pode realmente não ser a melhor forma de emagrecer… mas estou me referindo às dietas restritivas, com poucas calorias, da maneira que as pessoas estão acostumadas a fazer, a copiar de revistas, sites, blogs ou mesmo a pedir aos nutricionistas.

Primeiro, acho importante chamar a atenção para alguns conceitos e explicar algumas coisas…

Perder peso não é a mesma coisa que emagrecer!!!

Como assim???? 

Emagrecer pressupõe perder gordura, enquanto que a perda de peso, pode ocorrer por perda de gordura corporal, mas também (e bem mais comum e mais fácil que a perda de gordura) por perda de líquido (ou desidratação) e de massa muscular (músculos mesmo e músculos que compõem nossos órgãos). E cada vez que recuperamos o peso perdido, geralmente recuperamos somente gordura. Podemos até recuperar a massa muscular e o líquido corporal, mas nunca mais recuperaremos o músculo perdido de nossos órgãos internos!

Nosso metabolismo foi moldado, durante milhões de anos num ambiente onde não havia tanta comida a disposição, como temos hoje e para comer, precisávamos gastar energia, pois tínhamos de caçar e/ou coletar alimentos (andar vários metros ou mesmo quilômetros até encontrar algo comestível e não venenoso, subir em árvores, atravessar rios, etc) e na falta de comida, nosso metabolismo aprendeu a “entrar no modo econômico” (ou a reduzia sua taxa metabólica basal) pra que não morressemos de inanição.

Apesar de estarmos em pleno século XXI e termos a nossa disposição toda sorte de alimentos e “coisas processadas” que parecem comida e de não precisarmos gastar tanta energia para obter alimento, nosso metabolismo continua praticamente o mesmo do tempo em que nossos ancestrais viviam em cavernas… ou seja, hoje em dia, nossas chances de engordar são muito maiores do que antes e quanto mais processada (cheia de açúcar, farinha refinada, sódio e aditivos químicos e pobre em nutrientes) for nossa alimentação pior nesse sentido.

Imagem encontrada na internet
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Cada vez que nos impomos uma restrição alimentar, nosso corpo entende isso como um estresse ou situação de risco e fica em estado de alerta. A medida que a restrição prossegue, entramos no “modo econômico” e nosso metabolismo diminui para nos proteger da inanição… e aí quem já se submeteu a muitas dietas ao longo da vida sabe que cada vez é mais difícil de emagrecer.

Outra questão importante, é que quando nos submetemos às restrições calóricas, nossa ingestão de nutrientes ( diminui consideravelmente. Muitos dessses nutrientes são peças fundamentais na engrenagem para a queima de gordura e neutralização de toxinas geradas no processo e a medida que começam a faltar, a engrenagem (ou vias metabólicas) começa a falhar… isso a longo prazo põe um freio na queima de gordura; sem falar que sem os nutrientes necessários para neutralizar as toxinas (as quais nos expomos diariamente e as que são produzidas em nosso próprio corpo), nossas vias de detoxificação também ficam comprometidas, aumentando muito nossas chances de adoecer por doenças crônicas, como o câncer.

Imagem encontrada na internet
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Se é assim, então ficamos acima do peso e não fazemos nada? (alguns podem estar se perguntando isso agora)

Não! Claro que não! Até porque o excesso de peso é prejudicial em vários aspectos.

Mas já que o emagrecimento rápido não costuma ser benéfico (e geralmente é perda de peso as custas de água e músculos) a saída é atentar para a qualidade do que se está colocando no prato… é cortar os excessos, deixar de lado o que não é necessário, como as “coisas processadas disfarçadas de comida”, cheias de açúcar, sódio, farinha e/ou gordura, é comer comida de verdade, é dar ao corpo o que ele de fato precisa pra ser saudável.

E sem esquecer da atividade física (seja ela qual for, mas de preferencia que seja orientada por um educador físico), como forma de manter o metabolismo ativo e estimular o ganho de massa muscular (ou pelo menos como forma de prevenir a perda de músculos que ocorre naturalmente com o passar dos anos e que sempre é agravada pelas dietas, principalmente as mais restritivas).

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